Este documento gira principalmente em torno do tema “Empresas chinesas expandindo para os mercados da Eurásia”, trazendo as informações centrais de um seminário relevante. Em termos simples, fala principalmente sobre os seguintes pontos:
Primeiro, trata-se de um seminário dedicado a discutir como as empresas chinesas podem expandir para os mercados da Europa e da Ásia-Pacífico, com muitos especialistas do setor compartilhando suas opiniões. A agenda inclui registro, discurso de boas-vindas, análise de tendências de mercado, discussão sobre estratégias de marca, sessão de perguntas e respostas, entre outros.
Depois, sobre o mercado europeu: a Europa é um grande mercado tanto para produtos de consumo rápido (como itens do dia a dia) quanto para produtos tecnológicos duráveis (como eletrodomésticos), mas não basta seguir as tendências, é preciso investir a longo prazo. Os consumidores europeus são muito particulares: querem produtos baratos, mas se preocupam muito com o meio ambiente; há muitos idosos, que valorizam a saúde, fazem exercícios regularmente e prestam atenção à alimentação; gostam de aproveitar promoções e trocar de marca é comum. Para entrar no mercado europeu, os produtos de consumo rápido precisam ter personalidade, se adequar aos cenários locais e integrar-se à cultura; os produtos duráveis precisam ter diferenciais suficientes para atrair consumidores a trocar de marca, e os produtos premium têm oportunidades de crescimento porque as pessoas buscam qualidade.
No mercado da Ásia-Pacífico, a situação varia de país para país, por exemplo, China e Índia têm grandes volumes de vendas tanto de produtos de consumo rápido quanto de duráveis. Os consumidores se preocupam principalmente com o aumento dos preços dos alimentos e com a situação econômica, mas algumas famílias melhoraram sua situação financeira e podem comprar produtos melhores. Atualmente, ao comprar, as pessoas valorizam mais se “vale a pena”, se é conveniente e se é saudável; esses três pontos são fundamentais para o crescimento no mercado da Ásia-Pacífico.
Para uma marca se globalizar, é preciso fazer bem estes pontos: produto, preço, canal e promoção, os quatro fundamentos; não ignore a Geração X (nascidos aproximadamente entre 1965 e 1980), que gasta mais e é o principal público em categorias como bebidas alcoólicas e cosméticos; hoje em dia, as pessoas compram por vários canais, então é preciso cuidar tanto do online quanto do offline, e as redes sociais também são muito importantes; além disso, a marca precisa ser autêntica para conquistar as pessoas.
Por fim, a empresa NIQ pode ajudar as empresas chinesas a expandirem internacionalmente, oferecendo um conjunto completo de serviços, desde a escolha do mercado, desenvolvimento de produtos, busca de canais, promoção até a operação. Por exemplo, usando dados para indicar qual mercado é melhor, quais produtos vendem bem, usando IA para acelerar o desenvolvimento de novos produtos e identificando lojas com potencial para focar esforços, ajudando as empresas a evitar desvios desnecessários.
Em resumo, o objetivo é dizer às empresas chinesas que, para expandir para os mercados da Eurásia, é preciso entender os consumidores e o mercado local, encontrar os métodos certos e também contar com o apoio de instituições profissionais, evitando copiar cegamente as experiências do mercado doméstico.







